OSCs em transição

A atitude e a disposição para a mudança nas OSCs pode fazer toda a diferença em períodos de crise e transição.

Numa abordagem complexa, é possível pensar que nossa identidade, como indivíduos e como organizações, está sempre organizada na relação entre “ordem” e “desordem”, internas aos indivíduos e externas a eles: em parte a identidade é dada, em parte ela é construção; é uma relação entre convicções e compromissos com determinados valores e princípios (uma ética), e uma zona de dúvidas, de inquietações, de experimentações. É a relação entre convicções internas e as incertezas do contexto. É uma relação entre o “sou” e o “estou sendo”; entre o “conhecer” e o “aprender”; entre o “quero” e o “posso”; enfim, entre o que está mais estruturado e aquilo que ainda flui.

Ao adotarmos esta perspectiva para pensar nossa identidade e nossa presença no mundo em mudança, teremos menos certezas e seguranças mas, em compensação, seremos mais capazes de sintonia e sinergia com nossas circunstâncias históricas e, portanto, mais capazes de catalisarmos e protagonizarmos mudanças.

A questão que se coloca à reflexão é: como a complexidade do mundo atual interpela quem eu sou, como sou, o que busco na sociedade e como desafia minha capacidade de aprender e mudar?

Leia mais sobre o assunto: Artigo Democracia & Mudança

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